Boyhood – Crítica

Gostei mas esperava MUITO mais, “Boyhood” tinha tudo ao seu alcance para ser uma obra-prima fantástica capaz de despertar nostalgia e várias emoções no espectador, contudo decidiu ser um filme normal mas com um conceito diferente.

Antes de ter a oportunidade de o ver, pensava que ia assistir ao filme da minha vida, que me iria despoletar recordações de criança e fazer reviver esses momentos mas logo após os primeiros 15 minutos esta longa metragem revelou-se agradável mas sem sabor, saliento outra crítica para o personagem principal, cujo este poderia expressar mais emoções em vez de parece a versão masculina da Kristen Stewart em “Twilight”, creio que este aspeto não seja culpa do protagonista mas sim do próprio argumento que o limita a agir sem emoções. A duração também é um pouco excessiva, somos presenteados com quase 3h de filme e existem diversas cenas em que não acontece nada.
Vai tornar-se num agradável filme para os estudantes do 2º e 3º ciclo do ensino básico abordarem a puberdade e elementos circundantes a este género.

Nota: 5/10
Médio, não é mau mas não é suficientemente bom para ser um dos melhores do ano, tinha potencial para ser o “filme das nossas vidas” mas foi desperdiçado porém tenho de salientar que “Boyhood” se revelou como um projeto diferente do habitual e complexo na sua execução, talvez isto já mereça a visualização de alguns espectadores.

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